27.11.96.
A mente e seus resultados são corrosivos
Nada que seja novo
Até mesmo antes de “não sei quando” havíamos pensado
Outras vidas possíveis ou nessa mesma
A única coisa que descobri é
Essa história úmida da gente que ouso escrever
Bolor, ferrugem, poeira
Encarnados nos poros estupidamente entupidos
A covarde PRETENSÃO DE ENCARAR O SOL
O idiota lugar-comum de que temos de ser VENCEDORES
O querer que se subterfugia não verbalizar apenas
Tão bem conjugamos em seus diversos tempos
Embora nem sempre, na hora certa
No princípio, tudo era nobre, até a maçã...
Marcelo Braga
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