26.01.2008.
Eu confesso, não dá para ir acumulando tanta maldade
Fico sempre adiando, talvez medo, talvez covardia
Aquilo que sinto com sua ausência, é pura saudade
Por mais que não pareça, todo dia se escreve nossa história
Eu professo a “crença” da indiferença
Quando era para estar feliz, desmoreço
Sou assim complicado, devo estar dolente
Quando tudo parece final, as coisas apenas estão começando
Quando a música cai e a chuva toca
Esse meu fraco coração sai para dançar
Gotas e lágrimas verdadeiramente molhadas
Meu mundo é fantasia e isolamento
Com você consigo ter ainda amor
Do seu lado, viver não é tanto tormento
Meu mundo é torpor, morbidez e solidão
Eu confesso, não dá para ir acumulando tanta maldade
Adiando tanto em dizer a verdade: te amo pra...!
Marcelo Braga
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