11.02.04.
Prefiro sonhar que as possibilidades existem
Prefiro crer no descanso
Ainda que haja lágrimas
Sinto algo de bom nessas lágrimas
Ainda que um tanto entorpecido
Sinto alguma paz nesse torpor
Renovam-se ou manquejam minhas aspirações...
Não foi um simples contato
Um mero esbarrão, um toque
É coisa de alma, sensibilidade
Seria mesmo o começo de minha jornada?
Ou o fim, como que abortado de um mundo que não compreendi?
Até então soube muito pouco da felicidade
Mas coube-me pedaços dela viver e
Crer que possibilidades existem
Algo mágico nessa madrugada
Inesquecivelmente alma
Onde acordei projétil
Onde acordei combustível
Como que, num palco; cenário experimental
Num dia talvez próximo, o fim da inércia
Preciso NUTRIR, GERAR, PRODUZIR!
Marcelo Braga
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