19.07.2011.
178 – eu possuo um deus oculto, sem nome, amorfo, meio que desaparecido e ocupado demais com coisas mais sérias lá pelo Oriente Médio. De alguma forma, isso faz prevalecer em mim a coragem de expor minha cara a tapa, sair em busca do maná que não mais cai do céu e ainda, por mais difícil que seja de acreditar de mim, agnóstico que sou: de tentar ser melhor a cada dia. Esse meu deus oculto não me deu um indulto, ou o “privilégio” de se estagnar.
Marcelo Braga
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