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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

METÁFORA, METONÍMIA, ANTÍTESE E PARADOXO


01.12.2006.
 
 
Meu peito é um punhado de pedras
Uma laje onde te deitas
Na Lua tipo luar
Lua que tal opaca laje
Não deixa brilho da Lua brilhar

 
É luz de nossa noite, luz em nosso lar
Satélite que transmite nosso gemer
Nossa Lua é de todo mundo
Nossa Lua é somente nossa, é particular
Assim entrelaçados à Lua
Tomamos da luz nosso tragar
Devem ser mil as Luas de cada lugar
Sua prata ilumina os focos centrais
Amantes que somos do sideral!

 
Meu peito bronzeia-se de Lua
Quadrada Lua em nosso canto
Quentes seus raios de brisa
Uivamos em esperanto...

 
Lua de hoje, Lua de ontem
Uma bola retangular
Lua de perto, Lua de longe
Lhe quero pra trepar!

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