Fazia frio
Bifurcavam os leitos
Em outros leitos
Acreditava-se frente fria
Fazia calor
Esbugalhado por entre pedras
Pedras batendo em pedras
Pensava-se Saara
Ressonava o pântano
Que não é pântano, é rio espalhado
É pasto alagado
Lembrava-se dilúvio
Espreguiçava a mata
Carros passavam
Era bem vermelho o pó da estrada
Presumia-se a explosão do Sol
A estrada subia
Escondida na mata
O rio descia:
MÃO DUPLA!
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