07.09.03.
Sim, demarco, finco os pés e concluo que algo começa a existir
Então construo um marco e o dato
Circunstancialmente sou assim bandeirante
Pensar tão embaralhadamente me apraz
Como que leptos rumorejares de transcendente paz
Ocasionalmente, é claro, privo-me do belo e o torno acidental
Fluem-me contemplações jugulares
Remeto meus uivos ao desdém que "bumeranguemente" retornam em silvos lancinantes
Não me intoxico assim facilmente
Às vezes, tão venenosamente me retraem os sentidos mais vitais
Vejo o inferno e bato papo com meu demônio “personal-trainner”
Se assim eu confabulasse por mais tempo
Destruiria minhas impressões, meu tato
Cauterizariam-se meus racionais resquícios de normalidade
Agora sinto o vento, mesmo sendo ele estático
Digitalizo inconsciente, retráteis conclusões imexíveis
Como num espelho que fosse apenas refletor
Mágico – pelágico!
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