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sábado, 16 de dezembro de 2023

WOLFGANG AMADEUS MOZART - compositor aos quatro anos

 






Aprendeu a tocar antes mesmo de falar. Em seus primeiros 15 anos, passou dez viajando por toda a Europa encantando e seduzindo reis e nobres. Conduzido pelo pai, foi exibido como prodígio. Rolou muita grana na época, diferente de seu trágico final que direi logo agora: invejado pelo compositor italiano Antonio Salieri, foi envenenado pelo "colega". Doente, sua mulher, Contanze, o abandonou. Ela só voltou a ficar ao lado do marido em seus últimos momentos, interessada nos manuscritos, que depois venderia a bom preço. Mozart foi enterrado como mendigo, numa vala comum em Viena, numa fria manhã de dezembro de 1791 em seus 35 anos de idade. Mas há várias controvérsias históricas sobre esses fatos que, de certa forma, amenizam um pouco a tragédia.

Nasceu em Salzburgo, Áustria, em 27 de janeiro de 1756.

Passou a vida sendo muito criticado por sua abundante criatividade e fartura de belíssimas composições. Alguns reclamavam que suas composições continham notas demais.

Um fato interessante que destaco, dito pelo teólogo Karl Barth: "Nas grandes cerimônias celestes Deus convoca os anjos a tocar a música de Bach para ilustrá-las. Mas as criaturas aladas, quando estão curtindo as horas de lazer, tocam mesmo é a música de Mozart."

De Bach possuo mais de 200 álbuns, de Mozart poucos, por isso digo ser Bach meu predileto, onde descarto apenas suas missas em alemão. Descarto as óperas e fico com as sinfonias (em todos os casos).

Voltando a Mozart, de suas 16 óperas, há pelo menos quatro que, pelo uso e abuso do superlativo, digo serem fantásticas e não haverem palavras para descrever o impacto que suas audições provocam:


1. Le Nozze di Figaro
2. Don Giovanni
3. Così fan Tutte


e a última em alemão:

4. Die Zauberflöte (A Flauta Mágica).

De suas célebres sinfonias, destaco a de número 40, composta em 1788, por conhecê-la um pouco e marco como dica de audição a "faixa" 6: "Andante (forma-canção)". Muitos já a ouviram, inclusive nas antigas caixinhas de música.

Vale também assistir ao filme "Amadeus". É de emocionar.

Em sua maioria, música para poesia de alegria e felicidade, diferente do melancolismo constante na obra de Bach.

Um amigo, da Ilha do Governador, estudante de música erudita, uma vez me disse que eu deveria conhecer a obra de Mozart. Não terei tempo suficiente para sua totalidade, mas garanto ser muito agradável o que conheci até aqui. E impressionante.

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