22.08.2012.
Era uma vez em agosto de 2010, no centro do Rio, junto ao meu antigo sócio, escritor do Recanto das Letras e atual amigo: Osmar Junior. Eu havia presenteado o mesmo com meus livros publicados. Ele achou que eu deveria divulgar meu trabalho e me indicou tal site. Logo após, fechei alguns pontos de venda meus, inclusive o do centro do Rio e a correria dos dias e meses me fizeram esquecer tal indicação. Até que no final de abril de 2011, nove meses depois, telefonei ao Osmar e perguntei: “Qual mesmo o nome do site?”. Pronto, entrei no RL com a assinatura gratuita.
Nos três primeiros dias comecei a postar textos dos cinco livros publicados: República Democrática de um Homem Só, Barafunda Fecunda, Partículas Acrílicas, Pretensão de Encarar o Sol, Mundo Caranguejo e dois não publicados: Petit Fille (dedicado à minha filha Ana Julia) e Eu em Vinte Pedaços (uma autobiografia ‘Precipitada’). Nesse meio tempo resolvi fazer a assinatura do Site do Escritor, onde me facilitaria postar maior quantidade diária de textos. Sei que, em 20 dias já havia postado quase 1000 poemas e textos, onde os mesmos ainda se encontram, logicamente, em sua maioria, com menos de 10 leituras cada. Mas fiquei encantado com o aparecimento de boas vindas, comentários e incentivos de bons escritores do espaço, entre os quais destaco J.J. Braga Neto, Gajo Costa e Jacó Filho, entre outros.
Peguei então uma segunda coleção de poemas escritos principalmente no ano de 2008, também dispostos em mais cinco livros que não impressos, apenas registrados e, fui jogando diariamente seus textos, lendo quem me comentava, procurando conhecer a grande turma e virando assim um vício salutar. Sendo esses: Estou Vendendo Meus Sonhos, Narciso do Valão, Olhos que Brilham Vendo o Paraíso, Tantálico e Venerável Ferrão. Em menos de três meses, estavam quase 2000 textos publicados, ainda em uma média baixíssima de leituras por texto, diante da qualidade de mediana à péssima e quantidade exorbitante dos mesmos em tão pouco tempo.
Bem, depois, entre agosto e novembro de 2011, mais cinco livros: Esbórnia (aventura malfadada no campo erótico), Fadário Híbrido, Estrangeiro em Meu País, Bunker de Alvíssaras Suspeitas e Quintessência, que eram escritos no amanhecer dos dias e automaticamente publicados, intercalados com pensamentos e frases de um sexto livro, que resolvi abortá-lo como projeto por suas incoerências filosóficas e inapetência para seguir adiante com tais Ensaios e Aforismos.
Passaram-se então cinco meses, já conhecia muitos escritores, compactuava a troca e a amizade com muitos. Registrei os seis e iniciei, junto a Mário Feijó, o trabalho de revisão dos mesmos.
Em dezembro de 2011, resolvendo dar um tempo para assimilar o que havia “acontecido”, segui o mês homenageando pessoas que me cativaram nesse período e tomando fôlego para mais. Assim fiz.
Em janeiro desse ano iniciei mais dois livros de poemas: Borralhas Públicas e Demasiadamente Leviano; um de humor: Viu?! Te Peguei e um de crônicas: Contos do Septo Nasal (esse último, uma aventura que até então não emplaquei). Os dois últimos citados, seguem ainda pingando sem pressa. Já computava, em final de abril, mais de 2700 textos publicados no site.
Hoje sigo em um único projeto de poemas chamado Livro Sem Nome e vários textos soltos inclusos diretamente na tela, onde cheguei a quase 3000 mil textos.
Também sigo junto à Ana Bailune, Cássia da Rovare e Leonel Santos com a escrivaninha dos Cavaleiros do Apocalipse, onde fazemos ali um humor diferente e irreverente com as psicológicas “tragédias” humanas.
Qual não foi minha surpresa hoje pela manhã: 100 mil leituras. Mentira, não foi surpresa nenhuma, pois ontem antes de dormir, faltavam apenas 25 leituras para tal marca. Se eu considero um número expressivo? Sim, considero, mas não em meu caso, devido à quantidade de textos postados. Mas isso não vem ao caso agora; não estou em um concurso de mil leituras por texto. O que me faz contente nessa manhã é a quantidade de bons escritores e amigos virtuais que cativei e me cativaram nesse período. E para concluir, quero deixar aqui meus sinceros agradecimentos a todos que participam comigo nesse prazer de escrever e expor suas emoções.
Passaram-se então cinco meses, já conhecia muitos escritores, compactuava a troca e a amizade com muitos. Registrei os seis e iniciei, junto a Mário Feijó, o trabalho de revisão dos mesmos.
Em dezembro de 2011, resolvendo dar um tempo para assimilar o que havia “acontecido”, segui o mês homenageando pessoas que me cativaram nesse período e tomando fôlego para mais. Assim fiz.
Em janeiro desse ano iniciei mais dois livros de poemas: Borralhas Públicas e Demasiadamente Leviano; um de humor: Viu?! Te Peguei e um de crônicas: Contos do Septo Nasal (esse último, uma aventura que até então não emplaquei). Os dois últimos citados, seguem ainda pingando sem pressa. Já computava, em final de abril, mais de 2700 textos publicados no site.
Hoje sigo em um único projeto de poemas chamado Livro Sem Nome e vários textos soltos inclusos diretamente na tela, onde cheguei a quase 3000 mil textos.
Também sigo junto à Ana Bailune, Cássia da Rovare e Leonel Santos com a escrivaninha dos Cavaleiros do Apocalipse, onde fazemos ali um humor diferente e irreverente com as psicológicas “tragédias” humanas.
Qual não foi minha surpresa hoje pela manhã: 100 mil leituras. Mentira, não foi surpresa nenhuma, pois ontem antes de dormir, faltavam apenas 25 leituras para tal marca. Se eu considero um número expressivo? Sim, considero, mas não em meu caso, devido à quantidade de textos postados. Mas isso não vem ao caso agora; não estou em um concurso de mil leituras por texto. O que me faz contente nessa manhã é a quantidade de bons escritores e amigos virtuais que cativei e me cativaram nesse período. E para concluir, quero deixar aqui meus sinceros agradecimentos a todos que participam comigo nesse prazer de escrever e expor suas emoções.
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