18/03/2025
Nada...
Nada mais que um primitivo leve tocar
Nada mais que um lento percorrer
Um reencontro com a pureza inalterada
Um esbarrão de cair no chão com tantos sonhares
Um complexo jeito natural de ser
Nada...
Nada mais que um dia de cada vez
Nada mais que um gradual aqui e agora
Um processo dialético com aquele que sempre existiu
Um toque digital com a angústia que é viver projeções
Um desmonte das camadas que me pesaram um dia
Marcelo Braga
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