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domingo, 3 de novembro de 2024

NOTURNA

 04.06.92.


Encontro perfeito daquilo que se julga feito

No nascer do sol à frieza do cair noturno


Vislumbre atônito, desenfreado, irônico

No caminhar noturno, lábio taciturno


Vê-se por vezes reclamar do que está a se declamar

Mas a calma da noite de rimas o põe disperso


Encontro perfeito daquilo que se entende por pleito

No ocaso do sol: o frio; na calidez da dor: ATROFIO!


Marcelo Braga

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