13.02.00.
Intermitente noite sem o brilho azinhavre
Vento que venta o tímido clarão
O rio que verte três pontas do desfiladeiro
Que cava fundo júbilo remoto e
Mesmo que no suor da terra se lavre
Certo seu fim ante aurora primeiro
Puros teus atos, morte seu amor
Ainda que da vida ousasse tímida homenagem
Nos escuros brios da venta se canta
Pelos frios silvos úmidos galhos da folhagem
Marcelo Braga
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