23.08.98.
O êxtase, a agonia
Se misturam no dosador e
Convertem no mesmo túmulo
Esqueletos robustos e irônicos
Que multifacetam a glória
De corpos transcedentes
Sim,
Glorificados sejam os corpos
Ululantes corpos nesse guerrear
Simultâneo na beligerante voz arcaica
Macedônica, asteca!
O copo vazio, o corpo impreciso
São berros do ego traumático e singelo
Volteiam, vagueiam no preâmbulo mesazóico
Vozes, corpos
Cabeças, cérebros
Pensam e pisam na vida
Suspiros...
Marcelo Braga
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