NOTA DO AUTOR
Na linha de raciocínio: é fresquinho por vende mais ou vende mais porque é mais fresquinho!
Na linha do altruísmo: primeiro eu, segundo eu, terceiro eu!
Na linha do conformismo: foi assim desde o princípio e nada vai mudar.
Na linha de minha filosofia livre: foi assim desde o princípio, uma constante mudança e cada vez mais, aceleradas mudanças. O tempo que levou para inventarem a RODA perde de sobra ao tempo que se levou para inventarem o carro, mas há que se notar que todos os mecanismos funcionam por causa da roda ou objetos circulares. Então vem a pergunta: qual a invenção mais útil: o carro ou a roda? Como aquela estúpida pergunta: o que veio primeiro, o ovo ou a galinha.
Este livro seguirá meu total ímpeto de ser e estar “incluído de fora” questiúnculas como as citadas acima. Aliás, convém informar aos meus mais loucos leitores: esse livro trará novamente POESIAS. É só isso que sei escrever porque penso e raciono meio terra, meio céu e, nesse ínterim, saem palavras desconexas que formam frases de meu pensar absorto, livre, solto e independente daquilo que já escreveram, estão escrevendo e irão escrever.
Convém ainda incluir uma verdade, dentre outras mil mentiras verdadeiramente arquitetadas por mim em textos citados como poesias: não gosto de ler poesias! Gosto de escrever.
Ás vezes, em meu mundinho egocêntrico, acontece de deparar-me com seres que pensam e escrevem parecido comigo e deixo de sentir-me tão só nesse jeito livre e único que supunha ser meu IMO. São ocasiões de tamanha surpresa.
Fiquei PUTO quando li Fernando Pessoa! Sacanagem o que ele fez comigo! Pesou a existência de uma forma tão perfeita e ainda teve a audácia de pensar em MEU IDIOMA, embora que, em seu primeiro e único livro publicado em vida, tenha saído em inglês, segundo as desinformações adquiridas na WIKIPÉDIA...
Marcelo Braga
08.06.2011
São Gonçalo - RJ
Nenhum comentário:
Postar um comentário