24.10.2011.
Mesmo quando disperso de mim por uns dias
Reparo absorto quando volto: as coisas continuam!
Aquilo que plantei com amor não quer nem saber por onde eu ando
Cresce assim autônoma e indiferente aos meus deslizes
Tenho procurado criar vínculos isolados: eu e a natureza
Como ela responde-me sabiamente – quando eu erro de lua, já era!
Vivo um clima bem positivo com a estabilidade das coisas
Que funcionam, que criam raízes e assim crescem dando frutos
Quero tão logo saber como distribuí-los, mas por enquanto, sou eu e a natureza numa sintonia íntima, pessoal, particular...
Marcelo Braga
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