ou como dizia La Bruyère: “Na sociedade, é a razão que sempre cede primeiro. Os mais sensatos sujeitam-se ao mais tolo e extravagante: procuram seu ponto fraco, seu gênio, seus caprichos e curvam-se diante deles; evitam ofendê-los e ninguém os contraria; quando se mostra afável, todos o elogiam: mostram-se reconhecidos quando não está insuportável. É temido, respeitado, obedecido e, às vezes, até amado.”
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