Minhas eras são fragmentos dispersos
Minhas coisas morrem e ressurgem
A vela que ilumina o breu, flutua
Destruo alimentos e busco tudo novamente
Tudo me é renovável, lavável e inflamável
Até a eternidade seria mera regressão...
Há coisas que lutam por um contexto
Outras fogem da definição
Um embaraço meio que absurdista
A hora da vida, a hora da morte
O berçário e o terno de peroba
Loucuras que ousei acreditar...
Não canso de amar o amor
Se é que existe o amor
Há muito que não me expressava
Poucos minutos é o desconhecido infinito
O neném dorme, a noite vem pisando leve
Já bocejei e babei fronhas por diversas eras
Nenhum comentário:
Postar um comentário