24.07.03.
Creditei muita esperança nas folhinhas
Acho que serei assim por um bom tempo
Mergulhei em tantos sonhos que, alguns, se afogaram
Que ainda haja fôlego para tanta boa vontade que seja!
Como os feios répteis troquei minhas peles
Regenerei rabos amputados... de você...
Fiquei da cor da parede
Que tanto se dispersou minha identidade
Se é que se tem valores aos trinta...
Retive alguns projetos em todo o devaneio
Das cicatrizes fiz tatuagens
Das lágrimas diamantes
Dos cenhos angustiados uma sátira com personagens lúdicos
Tanta coisa foi ficando para trás...
Me sobrou gratidão
Nada que as folhinhas um dia não altere
Por isso credito ao novo dia uma incansável esperança
Como já dizia o sábio e também o esfomeado:
“Nada como, um dia após o outro...”
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