O agnosticismo se reveste de muitas formas. Em certos casos, o agnóstico se recusa a negar a Deus; ao contrário, postula a existência de um ser transcendente, que não poderia revelar-se e sobre o qual ninguém seria capaz de dizer nada! Em outros casos, o agnóstico não se pronuncia sobre a existência de Deus, declarando impossível prová-la e até afirmá-la ou negá-la.
O agnosticismo pode, às vezes, conter certa busca de Deus, mas pode igualmente representar um indiferentismo, uma fuga da pergunta última sobre a existência e uma preguiça de consciência moral. Com muita frequencia o agnosticismo equivale a um ateísmo prático.
Texto extraído do Catecismo da Igreja Católica. Edição revisada de acordo com o texto oficial em latim das Edições Loyola. Terceira parte, segunda seção, capítulo I, 2127 e 2128, página 560.
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