Apresentação
Falar sobre Marcelo Braga, o Bad Boy é um mote deveras amplo. Carioca do Grajaú, Cigano da Gema, flamenguista vivendo em Niterói.
É condimento que acentua o sabor, tipo, goste ou deteste, mas, jamais fique indiferente.
No fundo, acredita em Deus, mas, na superfície, duvida de muitos que O usurpam.
Amante de filosofia, Nietzsche, sobretudo, e rock and roll... escreve às vezes, ao som de Bob Dylan sorvendo um bom vinho.
Criativo, provocador, atrevido, detesta a mesmice, sempre buscando inovar. Seu sangue cigano o faz acampar em diversos terrenos, ora filosofia, ora humor, crônicas, e pasmem, até poesia.
Sarcástico com seus duplos, triplos, quíntuplos sentidos, coisa que demanda muita criatividade, o que ele tem de sobra.
Tem vezes que pensa ter nascido no país errado, mas, acaba se acostumando à realidade tupiniquim.
Talvez seu prisma afetivo possa ser resumido na célebre frase de Vinícius de Morais; “Que seja eterno enquanto dure”. Viveu, assim, várias “eternidades”.
Sincero e direto, caso alguém precise chutar o pau da barraca, basta pedir sua ajuda e terá um pezinho disponível.
Fácil gostar dele, pois, prazeroso ler e desfrutar sua vasta verve para as letras. Afinal, explora múltiplas facetas da vida; a diversidade campeia seus textos; de monótono, apenas o talento.
Leonel Santos
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