02.11.2012.
Mas não é! Então, nada disso o site exige: ter formação superior, ser detentor de título(s) acadêmico(s), dominar o idioma, brincar com o conhecimento gramatical, entre outras titularidades que muitos possuem e admiro e com esses aprendo e pretendo continuar aprendendo.
O site possui sim, diretrizes que visam manter o bom relacionamento entre os participantes, no intuito também, dos mesmos permanecerem, pois ele precisa de assinaturas para se manter; isso é mais que lógico. E o bom senso ora limita ora amplia nossos direitos diante de nosso comportamento sócio-virtual.
Notadamente há poliglotas, linguistas, membros de academias de letras, escritores premiados como também há vários que pagaram para participar de antologias, que pagaram para publicar seus livros (meu caso), que ganharam concursos municipais, estaduais, federais, internacionais, que tiveram uma carta publicada em um jornal - entre mil outras atividades ligadas à literatura. Reparo também que há escritores que são leitores vorazes de livros em plena era do facebook, pessoas preparadíssimas para manejar o complicado idioma português e inteligentes o bastante para traduzir a essência dos seres e das coisas com humanidade e carinho. Sou leitor de vários que se encontram em todos os tipos citados, alguns até, por certa piedade, me leem também e chego a devanear diante de um comentário vindo de alguns desses, mas passa logo. Volto ao meu lugar de insistente escrivinhador de peripécias arriscadas e outras baboseiras mais.
Bem, no entanto, há um enorme grupo, em um percentual com margem de erro de dois pontos percentuais para cima, dois para baixo de 90% que são poetas APENAS. Desses, a metade colocam em seu perfil que não se consideram poetas, mas penso que quem escreve poesia é poeta e pronto. Nessa é que entram nossas predileções e, não vejo problema algum em termos simpatia por uns e antipatia por outros. É tudo questão de gosto pessoal; somos plenamente livres para gostar ou não de um estilo ou de outro. Mas veja bem: simpatia e antipatia PELO ESTILO, não pela PESSOA que escreve. E outra: um, dois, três textos são insuficientes para que se proceda (em meu caso) algum tipo de julgamento quanto ao que eu venha considerar qualidade literária.
São diversidades dentro de diversidades. Tudo entra em questão: cultura, estado de espírito no dia específico, problemas pessoais, projeções, momentos, prismas e até mesmo frustrações. Fui leitor desde pequeno de grandes escritores; li muita obra consagrada na literatura brasileira e universal, como muitos também leram. Atualmente gosto de ler revistas e livros de psicologia e filosofia, pouquíssimos romances. Mas esse é o meu momento. Brinco, tenho o sarcasmo na veia, um certo senso de humor, sacaneio até, mas pessoas de meu círculo de "intimidade" e carinho, não passo desse limite. E falando em ultrapassar limites vale notar que o que era para ser um saudável passatempo, torna-se para alguns poucos algo doentio. O que era para ser uma troca de amabilidades entre escritores aprendizes e amadores, torna-se rixas, fofocas, insultos, perseguições, baixarias e competições.
No começo, confesso que me assustei bastante quando vi tais bestiliadades incorporadas, quando vi pessoas saindo por serem perseguidas, quando vi a proposta do site modificada em relacionamento virtual, quando vi pessoas com dois, cinco, vinte fakes usando dos mesmos para morder e assoprar. Hoje, como antes, mantenho-me no objetivo de escrever, ler, ser lido, comentar e ser comentado, separando para isso horários específicos de meu dia a dia, mas confesso que dou mais atenção a textos que causam emoção, que foram escritos bem ou mal escritos, por pessoas, gente humana. Os perfeitos e premiados por nobéis da literatura de vez em quando leio de minha estante.
Fico ainda um pouco chateado quando reparo alguns recantistas editando mensagens de afastamento provisório ou definitivo devido à perseguições de naturezas diversas. Geralmente abatidos e cansados por terem seus nomes vilipendiados no AO VIVO do virtual por atacantes de diagnósticos clínicos de naturezas transtornadas. Alguns poucos declaram sem saber, agindo assim, atacando o seu próximo covardemente, que possuem frustrações, déficits de atenção, desvios sérios de personalidade e saúde mental afetada.
Lamentável. Aos que sofrem, há um texto meu (está entre os mais lidos, no meio dos eróticos, na primeira página) sobre ataques virtuais, que incluem ofensas, injúrias e afins com endereços e telefones de DELEGACIAS ESPECIALIZADAS EM INTERNET espalhadas em grandes capitais do Brasil. Aos que sofrem, continuem, pois o espaço permite que cresçamos como seres humanos, que façamos saudáveis amizades, que aprendamos escrever. Aos que sofrem, bloqueiam suas escrivaninhas, moderem os comentários, evitem troca de e-mails, telefones, MSN e bate-papo em geral. Aos que sofrem: CONTINUEM e irrestritamente não percam seus preciosos tempos tentando achar uma forma de revidar, apenas desconsidere, ignore, perdoe e não bata palmas para maluco dançar.
O site possui sim, diretrizes que visam manter o bom relacionamento entre os participantes, no intuito também, dos mesmos permanecerem, pois ele precisa de assinaturas para se manter; isso é mais que lógico. E o bom senso ora limita ora amplia nossos direitos diante de nosso comportamento sócio-virtual.
Notadamente há poliglotas, linguistas, membros de academias de letras, escritores premiados como também há vários que pagaram para participar de antologias, que pagaram para publicar seus livros (meu caso), que ganharam concursos municipais, estaduais, federais, internacionais, que tiveram uma carta publicada em um jornal - entre mil outras atividades ligadas à literatura. Reparo também que há escritores que são leitores vorazes de livros em plena era do facebook, pessoas preparadíssimas para manejar o complicado idioma português e inteligentes o bastante para traduzir a essência dos seres e das coisas com humanidade e carinho. Sou leitor de vários que se encontram em todos os tipos citados, alguns até, por certa piedade, me leem também e chego a devanear diante de um comentário vindo de alguns desses, mas passa logo. Volto ao meu lugar de insistente escrivinhador de peripécias arriscadas e outras baboseiras mais.
Bem, no entanto, há um enorme grupo, em um percentual com margem de erro de dois pontos percentuais para cima, dois para baixo de 90% que são poetas APENAS. Desses, a metade colocam em seu perfil que não se consideram poetas, mas penso que quem escreve poesia é poeta e pronto. Nessa é que entram nossas predileções e, não vejo problema algum em termos simpatia por uns e antipatia por outros. É tudo questão de gosto pessoal; somos plenamente livres para gostar ou não de um estilo ou de outro. Mas veja bem: simpatia e antipatia PELO ESTILO, não pela PESSOA que escreve. E outra: um, dois, três textos são insuficientes para que se proceda (em meu caso) algum tipo de julgamento quanto ao que eu venha considerar qualidade literária.
São diversidades dentro de diversidades. Tudo entra em questão: cultura, estado de espírito no dia específico, problemas pessoais, projeções, momentos, prismas e até mesmo frustrações. Fui leitor desde pequeno de grandes escritores; li muita obra consagrada na literatura brasileira e universal, como muitos também leram. Atualmente gosto de ler revistas e livros de psicologia e filosofia, pouquíssimos romances. Mas esse é o meu momento. Brinco, tenho o sarcasmo na veia, um certo senso de humor, sacaneio até, mas pessoas de meu círculo de "intimidade" e carinho, não passo desse limite. E falando em ultrapassar limites vale notar que o que era para ser um saudável passatempo, torna-se para alguns poucos algo doentio. O que era para ser uma troca de amabilidades entre escritores aprendizes e amadores, torna-se rixas, fofocas, insultos, perseguições, baixarias e competições.
No começo, confesso que me assustei bastante quando vi tais bestiliadades incorporadas, quando vi pessoas saindo por serem perseguidas, quando vi a proposta do site modificada em relacionamento virtual, quando vi pessoas com dois, cinco, vinte fakes usando dos mesmos para morder e assoprar. Hoje, como antes, mantenho-me no objetivo de escrever, ler, ser lido, comentar e ser comentado, separando para isso horários específicos de meu dia a dia, mas confesso que dou mais atenção a textos que causam emoção, que foram escritos bem ou mal escritos, por pessoas, gente humana. Os perfeitos e premiados por nobéis da literatura de vez em quando leio de minha estante.
Fico ainda um pouco chateado quando reparo alguns recantistas editando mensagens de afastamento provisório ou definitivo devido à perseguições de naturezas diversas. Geralmente abatidos e cansados por terem seus nomes vilipendiados no AO VIVO do virtual por atacantes de diagnósticos clínicos de naturezas transtornadas. Alguns poucos declaram sem saber, agindo assim, atacando o seu próximo covardemente, que possuem frustrações, déficits de atenção, desvios sérios de personalidade e saúde mental afetada.
Lamentável. Aos que sofrem, há um texto meu (está entre os mais lidos, no meio dos eróticos, na primeira página) sobre ataques virtuais, que incluem ofensas, injúrias e afins com endereços e telefones de DELEGACIAS ESPECIALIZADAS EM INTERNET espalhadas em grandes capitais do Brasil. Aos que sofrem, continuem, pois o espaço permite que cresçamos como seres humanos, que façamos saudáveis amizades, que aprendamos escrever. Aos que sofrem, bloqueiam suas escrivaninhas, moderem os comentários, evitem troca de e-mails, telefones, MSN e bate-papo em geral. Aos que sofrem: CONTINUEM e irrestritamente não percam seus preciosos tempos tentando achar uma forma de revidar, apenas desconsidere, ignore, perdoe e não bata palmas para maluco dançar.
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