27.06.2015.
Nunca chegarei aos páramos da sublimidade
Resvalo com momentos indecifráveis de alegria intensa
Redundam-me noções imperfeitas de sentimentos bons e sãos
Inundo-me de humanidade de forma progressiva e conceitual
Mas nem tanto
Não consigo ser bom ou mau
Sou sempre um absurdo de mim mesmo
Eis o máximo que consegui.
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