24.11.2012.
Penso que o uso inventa a forma. O incorreto, com o tempo, toma um aspecto de naturalidade e assim a própria sociedade altera suas leis com o tempo. Manias e hábitos, saudáveis ou não, moldam nossa personalidade, jeito de ser. Prospectam adiante uma ideia da gente, onde na qual, somos sempre "o último a saber".
Partindo da ideia de que a auto-conservação pode ser um instinto inato a todos, o primeiro passo foi dado pelo próprio gen em características impressas quando ainda em gestação. Daí em diante, circunstâncias, ambiente, quem sabe até, influências astrais, tornarão nossos caminhos únicos e sem repetição. Meu pai, quando morávamos em Copacabana, observando as ondas do mar, me disse: "Repare filho, nenhuma onda quebra igual".
Maravilha-me então essa diversidade em nossa espécie. O autodidata quase sempre se impressiona com aqueles que se aferiram aos dogmas e ordens escolares. Os formados, estimam com certa frequência os autodidatas. Não vou entrar aqui em nenhum tipo de mérito ou demérito quando aos tipos citados, mas realçar a diversidade, levando-se em conta que, um grande grupo, nem autodidata nem formado em algo também passeia tranquilamente na sociedade dos homens. Nessa, dividi aqui todos em três grandes tipos humanos. Perceptivelmente, cada um desses grandes grupos, divide-se em bilhões de sub-grupos únicos e sem repetição. Somos semelhantes, não iguais e não me refiro aqui a aspectos físicos, mas à constituição psíquica de cada um.
Nota-se que, até os mais rebeldes dos homens, preocupam-se com o que pensam ao seu respeito.
Somos um acúmulo, em doses diferentes, dos mais variados sensos psicológicos. Convencimento, vaidade, egoísmo, aprobatividade, realidade psicológica, autoconfiança, independência, constância, intrepidez, persistência e outros lastros de personalidade moldados pelo tempo ante as experiências acumuladas, retidas. Outro dia ouvi uma frase mais ou menos interessante, talvez, provavelmente partida desses gênios da dieta: "Não somos aquilo que comemos, sim aquilo que nosso organismo consegue reter." Achei interessante.
Não que não se deva tentar mudanças nos hábitos, manias. De alguma forma, por bem ou por mal, vamos em velocidades diferentes, encaixando-nos às exigências do bem comum para uma convivência que ama e suporta nossos semelhantes. Uma construção de igreja (católica), sem trégua, até o fim da vida, nunca finalizada a contento.
Para finalizar essa diarréia cerebral de um sábado pela manhã, nota-se que todos, nessa de autoconservar-se (agora escrevi sem hífen) cohabitam (deve estar errado também) com diferentes "aparelhos" de defesa. Sofremos sim, em diferentes graus, interferências diariamente, justamente por convivermos como e com seres únicos. Pequenos detalhes da convivência nos aproximam ou nos afastam. Basta que alguém interprete-nos positivamente para a paixão carnal e/ou intelectual se "aflorar". Basta que alguém nos chame de feio para que fiquemos de mau com ela pelo resto da vida!
Mesmo nessa de auto-conservar-se para autoconhecer-se, penso que nunca seremos plenos e seremos sempre "o último a saber". A vida é curta para que nos prostremos diante de pequenos detalhes. Penso em ir em frente, o corredor está apertado e estamos andando de dois em dois, fora o calor.
Partindo da ideia de que a auto-conservação pode ser um instinto inato a todos, o primeiro passo foi dado pelo próprio gen em características impressas quando ainda em gestação. Daí em diante, circunstâncias, ambiente, quem sabe até, influências astrais, tornarão nossos caminhos únicos e sem repetição. Meu pai, quando morávamos em Copacabana, observando as ondas do mar, me disse: "Repare filho, nenhuma onda quebra igual".
Maravilha-me então essa diversidade em nossa espécie. O autodidata quase sempre se impressiona com aqueles que se aferiram aos dogmas e ordens escolares. Os formados, estimam com certa frequência os autodidatas. Não vou entrar aqui em nenhum tipo de mérito ou demérito quando aos tipos citados, mas realçar a diversidade, levando-se em conta que, um grande grupo, nem autodidata nem formado em algo também passeia tranquilamente na sociedade dos homens. Nessa, dividi aqui todos em três grandes tipos humanos. Perceptivelmente, cada um desses grandes grupos, divide-se em bilhões de sub-grupos únicos e sem repetição. Somos semelhantes, não iguais e não me refiro aqui a aspectos físicos, mas à constituição psíquica de cada um.
Nota-se que, até os mais rebeldes dos homens, preocupam-se com o que pensam ao seu respeito.
Somos um acúmulo, em doses diferentes, dos mais variados sensos psicológicos. Convencimento, vaidade, egoísmo, aprobatividade, realidade psicológica, autoconfiança, independência, constância, intrepidez, persistência e outros lastros de personalidade moldados pelo tempo ante as experiências acumuladas, retidas. Outro dia ouvi uma frase mais ou menos interessante, talvez, provavelmente partida desses gênios da dieta: "Não somos aquilo que comemos, sim aquilo que nosso organismo consegue reter." Achei interessante.
Não que não se deva tentar mudanças nos hábitos, manias. De alguma forma, por bem ou por mal, vamos em velocidades diferentes, encaixando-nos às exigências do bem comum para uma convivência que ama e suporta nossos semelhantes. Uma construção de igreja (católica), sem trégua, até o fim da vida, nunca finalizada a contento.
Para finalizar essa diarréia cerebral de um sábado pela manhã, nota-se que todos, nessa de autoconservar-se (agora escrevi sem hífen) cohabitam (deve estar errado também) com diferentes "aparelhos" de defesa. Sofremos sim, em diferentes graus, interferências diariamente, justamente por convivermos como e com seres únicos. Pequenos detalhes da convivência nos aproximam ou nos afastam. Basta que alguém interprete-nos positivamente para a paixão carnal e/ou intelectual se "aflorar". Basta que alguém nos chame de feio para que fiquemos de mau com ela pelo resto da vida!
Mesmo nessa de auto-conservar-se para autoconhecer-se, penso que nunca seremos plenos e seremos sempre "o último a saber". A vida é curta para que nos prostremos diante de pequenos detalhes. Penso em ir em frente, o corredor está apertado e estamos andando de dois em dois, fora o calor.
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